5 sinais de que está na hora de trocar o colchão

5 sinais de que está na hora de trocar o colchão

Desgaste, dores no corpo e noites mal dormidas podem indicar que o colchão já não oferece o suporte adequado

Muita gente adia a troca do colchão por anos e só percebe o impacto quando o desconforto começa a fazer parte da rotina. Dores nas costas, sensação de cansaço ao acordar e dificuldade para dormir estão entre os sinais mais comuns de que o colchão já não oferece o suporte necessário para o corpo.

Segundo Jarbas Carneiro de Freitas, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, o colchão influencia diretamente a qualidade do sono e o bem-estar físico. “As pessoas costumam trocar sofá, eletrodomésticos e até carro antes de pensar no colchão, mas passamos cerca de um terço da vida dormindo. Quando o colchão perde suas características de sustentação e conforto, o corpo sente”, afirma.

O especialista destaca cinco sinais que indicam que está na hora de avaliar a troca:

1 Dores ao acordar
Acordar com dores lombares, desconforto nos ombros ou sensação de rigidez muscular pode indicar que o colchão já não distribui adequadamente o peso do corpo durante a noite.

2 Afundamentos e deformações
Marcas visíveis, ondulações ou regiões mais baixas no colchão costumam indicar desgaste da estrutura interna e perda da capacidade de sustentação.

3 Sono ruim e sensação de cansaço
Mesmo dormindo por várias horas, algumas pessoas acordam cansadas quando o colchão não oferece conforto térmico e ergonômico adequado.

4 Aumento de alergias e problemas respiratórios
Com o tempo, colchões acumulam poeira, ácaros e umidade, o que pode agravar crises respiratórias e alergias, especialmente em ambientes pouco ventilados.

5 O colchão já não atende mais o perfil do usuário
Mudanças de peso, rotina, idade ou até problemas de saúde podem fazer com que um colchão antigo deixe de atender às necessidades atuais da pessoa.

Segundo Jarbas, além do conforto imediato, o consumidor precisa observar a estrutura interna do colchão. “Muitas pessoas escolhem apenas pela sensação ao deitar ou pela indicação de peso na etiqueta, mas isso não significa necessariamente que o colchão seja adequado ao biotipo dela”, afirma.

O especialista explica que a durabilidade e o desempenho do colchão dependem de fatores como densidade e espessura da espuma, quantidade de molas e distribuição do peso corporal. “A mola pode suportar determinado peso, mas a espuma utilizada sobre ela pode não ter resistência suficiente para manter conforto e sustentação ao longo do tempo”, diz. Segundo Jarbas, quando o colchão perde estabilidade estrutural, o corpo deixa de permanecer alinhado durante o sono, favorecendo dores musculares, desconfortos lombares e noites mal dormidas.

Na Carneiro Colchões Artesanais, boa parte da produção já é feita de forma personalizada, considerando características individuais como peso, altura, posição de dormir, rotina e preferência de conforto de cada cliente. A empresa também utiliza estrutura com 255 molas ensacadas por metro quadrado, tecnologia acima da média encontrada no mercado, voltada à estabilidade, distribuição de peso e durabilidade do colchão.

Outro ponto importante, segundo o especialista, é que os colchões evoluíram muito nos últimos anos. “Existe uma ideia antiga de que todo colchão precisa ser virado constantemente. Hoje, dependendo da tecnologia e da estrutura utilizada, muitos modelos já oferecem maior resistência a deformações e exigem menos manutenção ao longo do tempo”, afirma.

Com 42 anos de atuação, a Carneiro Colchões Artesanais acompanha o crescimento da busca por produtos ligados à qualidade do sono e ao bem-estar. Segundo a empresa, o consumidor passou a enxergar o colchão não apenas como um item funcional da casa, mas como parte importante da saúde e da qualidade de vida.

Mirella Pasqual

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *