Antes do primeiro tijolo: como a escolha do terreno garante a expansão das construtoras e o crescimento sustentável das cidades

Antes do primeiro tijolo: como a escolha do terreno garante a expansão das construtoras e o crescimento sustentável das cidades

Análise criteriosa e multidisciplinar da área que receberá um lançamento é crucial para a assertividade e o sucesso de um novo projeto

A escolha do terreno é uma das etapas mais estratégicas, e menos conhecidas pelo público, no desenvolvimento de um empreendimento imobiliário. Dela dependem diversos fatores determinantes para avaliar não apenas a viabilidade técnica, mas também o sucesso de um lançamento.  

“Uma análise criteriosa das áreas permite desenvolver projetos mais eficientes, rentáveis e alinhados às necessidades do mercado, minimizando riscos para a empresa e proporcionando mais segurança e qualidade de vida para os futuros moradores”, explica Luiz Montans, diretor de desenvolvimento imobiliário da MRV. 

Segundo o executivo, a escolha de uma área para receber um novo projeto é um processo criterioso, multidisciplinar e de decisão colegiada entre diversos departamentos da empresa, sendo a demanda habitacional da região um dos primeiros aspectos avaliados. Em seguida, analisa-se a legislação urbanística do local, como o zoneamento e o potencial construtivo, que garantem a viabilidade do empreendimento. 

A infraestrutura disponível no local, como redes de água, esgoto e energia, o acesso a transporte público e a proximidade de serviços essenciais também são fundamentais. Outro ponto crucial é a regularização fundiária, que garante a segurança jurídica do imóvel. 

“Por fim, realizamos estudos técnicos do solo, de topografia e de eventuais passivos ambientais, fatores que impactam diretamente o custo e a viabilidade da construção”, acrescenta Montans. 

Critérios e pesos diferenciados

Cada um desses aspectos possui um peso distinto no desenvolvimento de um empreendimento, a depender do contexto do terreno e da estratégia da empresa para aquela localidade. Em áreas nas quais a legislação urbanística é mais restritiva, por exemplo, a análise jurídica e urbanística ganha destaque. Já as características do solo, por sua vez, podem inviabilizar um projeto caso demandem custos elevados para a execução das fundações. 

Por isso, a análise criteriosa de cada variável é fundamental para garantir assertividade nas decisões sobre o produto, os custos e os prazos de execução. “Na MRV, contamos com um setor próprio de projetos que realiza estudos para todos os novos negócios da companhia. Isso garante maior assertividade na aquisição, evita surpresas durante o desenvolvimento do projeto e assegura o melhor aproveitamento do terreno”, pontua o diretor.

Esse processo de estudo e avaliação é realizado tanto para a aquisição de áreas com lançamento próximo quanto para a formação de landbank (banco de terrenos). A estratégia garante previsibilidade e segurança ao planejamento, permitindo que a empresa mantenha um fluxo constante de novos projetos, independentemente de oscilações de mercado ou mudanças regulatórias. 

Além disso, um banco de terrenos bem estruturado contribui para a eficiência operacional da empresa e permite à companhia acompanhar, e até antecipar, a expansão das cidades, posicionando a MRV em regiões com alto potencial de valorização. 

“Hoje, nossa operação no Brasil já conta com terrenos para lançamentos nos próximos 4 anos”, destaca Montans. 

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tem como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. Nessas quatro décadas, a companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Atualmente, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e saiba mais: www.mrv.com.br.

Redação

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *