Sistemas de inteligência artificial usados na fiscalização de contratos públicos devem organizar e priorizar dados, mas nunca substituir a validação final de auditores. O especialista reconhecido por atuação em sistema premiado, Douglas Leonardo Nunes Santana, explica como IA e revisão humana reduzem riscos na auditoria pública
Diante da queda no engajamento e da corrida por inovação, empresas passam a usar convenções e kick-offs para acelerar mudanças de comportamento. Para a Pink Eventos, agência especializada em experiências corporativas, encontros presenciais bem desenhados conectam equipes ao propósito e ajudam a consolidar uma cultura que, de outro modo, levaria meses para se firmar.
A inteligência artificial começa a transformar o varejo óptico brasileiro, automatizando o atendimento e apoiando a venda consultiva. Ferramentas como agentes de IA no WhatsApp e demonstração digital de lentes aumentam a eficiência sem substituir o atendimento humano. A tendência acompanha o avanço da IA no varejo e reforça a necessidade de gestão baseada em dados e melhor experiência ao cliente.
