Em 2025, o cooperativismo brasileiro contou com 29 milhões de cooperados, movimentou R$ 848 bilhões, gerou R$ 61,3 bilhões em sobras e empregou 613,4 mil trabalhadores formais. O setor, que já domina crédito e agronegócio, passa a explorar o consumo cotidiano, impulsionado por endividamento de 80% das famílias e busca por economia coletiva.
A segurança hídrica no Brasil depende cada vez mais de planejamento e investimentos em infraestrutura. Diante de eventos climáticos extremos e do aumento da demanda, empresas e empreendimentos passam a tratar sistemas de armazenamento de água como parte estratégica da operação, garantindo maior autonomia, confiabilidade e continuidade no abastecimento.
A mineração busca alternativas para ampliar a segurança e a eficiência na gestão de rejeitos. Nesse cenário, sistemas móveis de filtragem ganham espaço ao combinar escala industrial, recuperação de água e flexibilidade operacional. Na EXPOSIBRAM 2026, a chinesa JINGJIN apresentará no Brasil estações móveis capazes de processar até 80 toneladas por hora.
