Dados da Confederação Nacional da Indústria mostram que parte relevante das empresas deixa de buscar crédito diante de juros elevados, exigência de garantias e falta de linhas adequadas. O cenário ocorre em um ambiente de condições mais restritivas, ao mesmo tempo em que soluções digitais passam a ampliar as alternativas de acesso a recursos.
Mesmo com a redução da taxa Selic para 14,75%, o custo do crédito segue elevado no Brasil. Dados da Serasa Experian indicam recorde de 8,9 milhões de empresas inadimplentes em 2025, com R$ 213 bilhões em dívidas. Levantamento da CNI mostra que 31% das empresas recorreram a crédito de longo prazo para capital de giro.
O cenário de crédito imobiliário no Brasil tem passado por mudanças nos últimos anos, impulsionado por taxas de juros mais elevadas e maior seletividade na concessão de financiamento. Nesse contexto, o consórcio tem ganhado espaço como alternativa para aquisição de imóveis, sendo utilizado por diferentes perfis de consumidores e investidores, especialmente em estratégias de planejamento financeiro e acesso gradual ao patrimônio.
