O avanço no diagnóstico e tratamento do câncer de próstata, com técnicas modernas, como a cirurgia robótica, tem ampliado significativamente as taxas de sobrevida. No entanto, cada vez mais, a atenção da medicina se volta para um ponto essencial: a qualidade de vida após o tratamento. A reabilitação funcional surge, nesse cenário, como parte indispensável do cuidado.
Dados do Ministério da Saúde mostram que os atendimentos por câncer de próstata em homens com até 49 anos cresceram 32% no SUS entre 2020 e 2024. O avanço da doença entre os mais jovens acende um alerta sobre hábitos de vida, predisposição genética e a importância do acompanhamento médico individualizado no Brasil.
Estudos apontam que investidores de alta renda estão retirando recursos de bancos tradicionais para buscar blindagem na economia real. Pressionados pela inflação e carga tributária, especialistas em engenharia patrimonial destacam a migração de capital para ativos de infraestrutura, visando solidez a longo prazo.
