O mercado brasileiro de fertilidade deve movimentar mais de R$ 3 bilhões em 2026, impulsionado pelo adiamento da maternidade, pelo crescimento da reprodução assistida e pela maior procura pelo congelamento de óvulos. Nesse cenário de expansão, clínicas e empresas de tecnologia passam a investir em inteligência artificial para tornar os tratamentos mais personalizados, oferecendo análises mais precisas sobre o potencial reprodutivo dos óvulos
