O uso de inteligência artificial na análise combinada de imagens médicas, exames laboratoriais e dados clínicos tem ampliado a capacidade de prever riscos cardiovasculares. Segundo Hugo Raposo, ex-arquiteto-chefe do Ministério da Saúde da Província de Ontário, no Canadá, essas ferramentas atuam como sistemas de suporte à decisão clínica, fortalecendo análises baseadas em dados.
